SER FELIZ
Eu quis ser feliz, mas, infelizmente,
não encontrei o caminho que eu queria.
Os dias para mim, em nenhum dia,
foram momentos de quem ama e sente
amor sincero, sem hipocrisia,
como eu sempre senti, constantemente;
acreditando, como eu (tão crente)
no verdadeiro amor, sem fantasia.
E o desamor, assim, p´ra mim tornou-se
um terremoto, como assim o fosse,
me destroçando a vida por inteira.
Fiquei sozinho, então, em minha estrada,
sem rumo, a vagar, a querer mais nada,
em minha desventura derradeira...
sexta-feira, 25 de março de 2011
EXEMPLOS PARA CUBA
O mundo árabe despertou. O povo egípcio deu a partida, ativando assim a fogueira, cujas lavas acenderam o espírito de luta por liberdade, por democracia também do povo do Bahrein, do Iemen e da Líbia. E não ficará só por ali. No Iran, não demorará tanto o estouro de uma rebelião contra o regime ditatorial vigente. Na última eleição, não só em Teerã, manifestações, por denúncia de fraude, contra a reeleição de Mahmoud Ahmadinejad, se espalharam por outras grandes cidades como Mashhad, Isfahen, Shiraz, Ahvaz e Yazd. A passividade de um povo, seja onde for, tem o seu limite. Muammar Kadhafi, com mão-de-ferro, vem governando a Líbia desde 1969, quando deu o golpe, exilando o rei Idris I. A Líbia, fazendo fronteira com o Egito, no norte da África, sofreu de imediato a influência egípcia, na derrocada da ditadura de Hosni Mubarak, eclodindo a luta armada de antipatizantes ao governo de Kadhafi, cujo futuro indefinido, por enquanto, está nas mãos de potências ocidentais, como EUA, França, Inglaterra e outros, até o Qatar, que, por resolução da ONU, já estão bombardeando (pelo ar) redutos aliados do “coronel” Kadhafi. Tudo faz crer que o pedestal do ditador desabe a qualquer momento, sem potencial bélico à altura para enfrentar a força dos países envolvidos neste conflito.
A Líbia, com uma população de 6.500.000 habitantes, é rica em petróleo e gás natural. E os recursos dessa riqueza, há 45 anos de governo ditatorial, em quase nada mudaram a fisionomia da vida do seu povo, como aconteceu com a Arábia Saudita e os Emirados Árabes, que transformaram as suas regiões, quase desertas, em cidades paradisíacas, propiciando status de primeiro mundo à sua gente. Muammar Kadhafi, ao contrário, em suas prerrogativas, fez com as riquezas naturais, com os lucros do petróleo, a arma para, em parte, contribuir com o terrorismo e enriquecer mais e mais a sua conta bancária em instituições, provavelmente, na Suíça, como bem praticam os usurpadores do dinheiro público em todo mundo.
Aí estão exemplos para o povo cubano arrebentar os grilhões que o escravizam desde que Fidel Castro apropriou-se de Cuba, em 1959. Na verdade, foi um movimento aplaudido por toda aquela gente, que via em Fulgêncio Batista um governante com máscara de democrata, mas um ditador corrupto.
“A queda de Batista (1953-1959) – Cuba vivia, desde 1952, sob a ditadura de Fulgêncio Batista, que chegara ao poder através de um golpe militar. Batista era um ex-sargento, promovido de uma hora para outra a coronel, depois da chamada “revolução dos sargentos” que depôs o presidente Gerardo Machado, em 1933. Sete anos depois, em 1940, Batista foi eleito presidente. Concluído seu mandato, manteve-se distante do poder durante o governo de seus dois sucessores, para retornar novamente à ativa em 1952, com um golpe.”
Contra a ditadura de Batista formou-se uma oposição, na qual se destacou o jovem advogado Fidel Castro, que em 26 de julho de 1953 atacou o quartel de Moncada, com um grupo de companheiros. O ataque fracassou e foram todos encarcerados, mas o ditador anistiou os rebeldes em 195. Fidel, impossibilitado de agir devido à rigorosa vigilância policial, procurou exílio no México, onde reorganizou suas forças.”
E Fidel, o irmão Raúl Castro e Che Guevara, finalmente, triunfaram. O povo, que os aplaudiu, não acreditou sair da ditadura de Fulgêncio Batista e cair na ditadura comunista de Fidel Castro, que ali manda e desmanda, com mão de ferro, no destino do pobre povo cubano, roubando-lhe a liberdade desde 1959.
Já é hora também de Cuba acordar, sair desse marasmo, dessa passividade e gritar bem alto por democracia, como está acontecendo no Mundo Árabe. O comunismo de Fidel Castro parou no tempo e no espaço. Não deu certo na bela ilha do Caribe. (Paulo de Góes Andrade)
O mundo árabe despertou. O povo egípcio deu a partida, ativando assim a fogueira, cujas lavas acenderam o espírito de luta por liberdade, por democracia também do povo do Bahrein, do Iemen e da Líbia. E não ficará só por ali. No Iran, não demorará tanto o estouro de uma rebelião contra o regime ditatorial vigente. Na última eleição, não só em Teerã, manifestações, por denúncia de fraude, contra a reeleição de Mahmoud Ahmadinejad, se espalharam por outras grandes cidades como Mashhad, Isfahen, Shiraz, Ahvaz e Yazd. A passividade de um povo, seja onde for, tem o seu limite. Muammar Kadhafi, com mão-de-ferro, vem governando a Líbia desde 1969, quando deu o golpe, exilando o rei Idris I. A Líbia, fazendo fronteira com o Egito, no norte da África, sofreu de imediato a influência egípcia, na derrocada da ditadura de Hosni Mubarak, eclodindo a luta armada de antipatizantes ao governo de Kadhafi, cujo futuro indefinido, por enquanto, está nas mãos de potências ocidentais, como EUA, França, Inglaterra e outros, até o Qatar, que, por resolução da ONU, já estão bombardeando (pelo ar) redutos aliados do “coronel” Kadhafi. Tudo faz crer que o pedestal do ditador desabe a qualquer momento, sem potencial bélico à altura para enfrentar a força dos países envolvidos neste conflito.
A Líbia, com uma população de 6.500.000 habitantes, é rica em petróleo e gás natural. E os recursos dessa riqueza, há 45 anos de governo ditatorial, em quase nada mudaram a fisionomia da vida do seu povo, como aconteceu com a Arábia Saudita e os Emirados Árabes, que transformaram as suas regiões, quase desertas, em cidades paradisíacas, propiciando status de primeiro mundo à sua gente. Muammar Kadhafi, ao contrário, em suas prerrogativas, fez com as riquezas naturais, com os lucros do petróleo, a arma para, em parte, contribuir com o terrorismo e enriquecer mais e mais a sua conta bancária em instituições, provavelmente, na Suíça, como bem praticam os usurpadores do dinheiro público em todo mundo.
Aí estão exemplos para o povo cubano arrebentar os grilhões que o escravizam desde que Fidel Castro apropriou-se de Cuba, em 1959. Na verdade, foi um movimento aplaudido por toda aquela gente, que via em Fulgêncio Batista um governante com máscara de democrata, mas um ditador corrupto.
“A queda de Batista (1953-1959) – Cuba vivia, desde 1952, sob a ditadura de Fulgêncio Batista, que chegara ao poder através de um golpe militar. Batista era um ex-sargento, promovido de uma hora para outra a coronel, depois da chamada “revolução dos sargentos” que depôs o presidente Gerardo Machado, em 1933. Sete anos depois, em 1940, Batista foi eleito presidente. Concluído seu mandato, manteve-se distante do poder durante o governo de seus dois sucessores, para retornar novamente à ativa em 1952, com um golpe.”
Contra a ditadura de Batista formou-se uma oposição, na qual se destacou o jovem advogado Fidel Castro, que em 26 de julho de 1953 atacou o quartel de Moncada, com um grupo de companheiros. O ataque fracassou e foram todos encarcerados, mas o ditador anistiou os rebeldes em 195. Fidel, impossibilitado de agir devido à rigorosa vigilância policial, procurou exílio no México, onde reorganizou suas forças.”
E Fidel, o irmão Raúl Castro e Che Guevara, finalmente, triunfaram. O povo, que os aplaudiu, não acreditou sair da ditadura de Fulgêncio Batista e cair na ditadura comunista de Fidel Castro, que ali manda e desmanda, com mão de ferro, no destino do pobre povo cubano, roubando-lhe a liberdade desde 1959.
Já é hora também de Cuba acordar, sair desse marasmo, dessa passividade e gritar bem alto por democracia, como está acontecendo no Mundo Árabe. O comunismo de Fidel Castro parou no tempo e no espaço. Não deu certo na bela ilha do Caribe. (Paulo de Góes Andrade)
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
O "Bordel" do Bial
O ‘BORDEL’ DO BIAL
HOJE, DIA 11, A ‘PODEROSA’ GLOBO DÁ INÍCIO AO SEU 11º BIG BROTHER. MAIS UMA VEZ OS TELESPECTADORES, OS QUE COMUNGAM COM AQUELA SODOMIA OFICIALIZADA, VÃO VIBRAR COM A ‘MAESTRIA’ DO FILHOTE DA GLOBO – PEDRO PIAL – COM AQUELE SEU JEITO DE RUFIÃO DAS PIRUAS ENVOLVIDAS NA TRAMA, NAQUELA CASA QUE MAIS PARECE UM BORDEL. ALI VÃO SE DESENROLAR, OUTRA VEZ, CENAS EXPLÍCITAS DE COLÓQUIOS AMOROSOS ENTRE MOÇAS E RAPAZES, CUJOS HORMÔNIOS TESTOTERONA E ESTRÓGENO PULULAM À FLOR DA PELE, MOVENDO E REMOVENDO A LIBIDO DOS FIGURANTES, PORQUE NINGUÉM É DE FERRO, POR BAIXO DE COBERTORES, SEM O MÍNIMO DE RESPEITO A QUEM FICA DO LADO DE CÁ DA TELINHA DO TELEVISOR. MAS, É A GLOBO, ELA PODE. A ELA SEMPRE COUBE O DIREITO DE DITAR O QUE BEM ENTENDE, NÃO SÓ NESSA COISA REPUGNANTE QUE VAI AO AR HOJE, MAS EM OUTROS TERRENOS, PRINCIPALMENTE NO POLÍTICO, PRESTIGIANDO OU DERROTANDO POLÍTICOS, ELEGENDO-OS, OU NÃO. ELA ESCOLHE A SEU BEL-PRAZER.
O POVÃO, CLASSE “C”, VIVE, HOJE (11 DE JANEIRO), MAIS UMA VEZ, A EXPECTATIVA DE CONHECER OS FIGURANTES DESSE NOVO ‘BIG BROTHER’, CUJO OBJETIVO É PROMOVER ESSA OU AQUELA MOÇA PARA, TERMINADA A ‘ORGIA’, SE RETRATAR NUA NAS PÁGINAS DA REVISTA PLAYBOY, POR UM CACHÊ POLPUDO, QUE ESTÁ GIRANDO EM TORNO DE ATÉ UM MILHÃO DE REAIS. BOA GRANA...
O PRÊMIO TAMBÉM É BOM PARA AQUELE QUE FICAR POR ÚLTIMO NO ‘BORDEL’ DO BIAL, OVACIONADO POR TORCEDORES, NUMA HISTERIA COLETIVA, QUE, A MEU VER, VALORIZAM ESSE E OUTROS ‘EXCREMENTOS’ JOGADOS EM NOSSA CARA, TAMBÉM POR OUTRAS EMISSORAS DE TV, PORQUE AINDA FALTA AO NOSSO POVO FORMAÇÃO CULTURAL DE BASE. E OS GOVERNANTES NÃO ESTÃO NEM AÍ...
Paulo de Góes Andrade
Brasília – 11.01.2011
HOJE, DIA 11, A ‘PODEROSA’ GLOBO DÁ INÍCIO AO SEU 11º BIG BROTHER. MAIS UMA VEZ OS TELESPECTADORES, OS QUE COMUNGAM COM AQUELA SODOMIA OFICIALIZADA, VÃO VIBRAR COM A ‘MAESTRIA’ DO FILHOTE DA GLOBO – PEDRO PIAL – COM AQUELE SEU JEITO DE RUFIÃO DAS PIRUAS ENVOLVIDAS NA TRAMA, NAQUELA CASA QUE MAIS PARECE UM BORDEL. ALI VÃO SE DESENROLAR, OUTRA VEZ, CENAS EXPLÍCITAS DE COLÓQUIOS AMOROSOS ENTRE MOÇAS E RAPAZES, CUJOS HORMÔNIOS TESTOTERONA E ESTRÓGENO PULULAM À FLOR DA PELE, MOVENDO E REMOVENDO A LIBIDO DOS FIGURANTES, PORQUE NINGUÉM É DE FERRO, POR BAIXO DE COBERTORES, SEM O MÍNIMO DE RESPEITO A QUEM FICA DO LADO DE CÁ DA TELINHA DO TELEVISOR. MAS, É A GLOBO, ELA PODE. A ELA SEMPRE COUBE O DIREITO DE DITAR O QUE BEM ENTENDE, NÃO SÓ NESSA COISA REPUGNANTE QUE VAI AO AR HOJE, MAS EM OUTROS TERRENOS, PRINCIPALMENTE NO POLÍTICO, PRESTIGIANDO OU DERROTANDO POLÍTICOS, ELEGENDO-OS, OU NÃO. ELA ESCOLHE A SEU BEL-PRAZER.
O POVÃO, CLASSE “C”, VIVE, HOJE (11 DE JANEIRO), MAIS UMA VEZ, A EXPECTATIVA DE CONHECER OS FIGURANTES DESSE NOVO ‘BIG BROTHER’, CUJO OBJETIVO É PROMOVER ESSA OU AQUELA MOÇA PARA, TERMINADA A ‘ORGIA’, SE RETRATAR NUA NAS PÁGINAS DA REVISTA PLAYBOY, POR UM CACHÊ POLPUDO, QUE ESTÁ GIRANDO EM TORNO DE ATÉ UM MILHÃO DE REAIS. BOA GRANA...
O PRÊMIO TAMBÉM É BOM PARA AQUELE QUE FICAR POR ÚLTIMO NO ‘BORDEL’ DO BIAL, OVACIONADO POR TORCEDORES, NUMA HISTERIA COLETIVA, QUE, A MEU VER, VALORIZAM ESSE E OUTROS ‘EXCREMENTOS’ JOGADOS EM NOSSA CARA, TAMBÉM POR OUTRAS EMISSORAS DE TV, PORQUE AINDA FALTA AO NOSSO POVO FORMAÇÃO CULTURAL DE BASE. E OS GOVERNANTES NÃO ESTÃO NEM AÍ...
Paulo de Góes Andrade
Brasília – 11.01.2011
O RIO DE JANEIRO ESTÁ DE LUTO
O Estado do Rio de Janeiro está de luto. A tragédia por que está passando, deveria ficar de luto, pelo menos, por um ano. E o governador Sérgio Cabral, se agir dentro dos preceitos cristãos, com urbanidade, considerando a miséria, a dor e a infelicidade de tantas pessoas de Nova Friburgo, Teresópolis, Petrópolis, Itaipava e adjacências, deveria decretar a não realização do Carnaval da Marquês de Sapucaí, solicitando às Escolas de Samba a doarem os seus gastos (inúteis) às vítimas desta catástrofe, nunca acontecida desse tamanho, naquelas cidades serranas do Rio.
Atualmente, a meu ver, o Carnaval transformou-se numa alegria exacerbada, numa euforia fora dos limites, envolvendo a orgia, a luxúria, com mulheres seminuas, insinuantes, ao som de batuques estridentes, levantando a multidão, quase em descontrole emocional, como tomada pelo “ópio” da sensualidade. Isso é o Carnaval dos nossos tempos, tão diferente daqueles dos anos 30, 40 e 50, quando Arlequim, Pierrot e colombinas faziam a graça e a alegria dos carnavais daquelas épocas. E é nessa festa, de agora, numa demonstração de poderio e riqueza das conhecidas Escolas de Samba, que o carioca, mais uma vez, vai se exibir no Sambódromo da Marquês de Sapucaí, alheio (será, meu Deus?) à morte de quase 600 pessoas, enlutando outra cifra bem maior de familiares, nessa catástrofe sem precedentes naquela região, que, em anos passados, já sofreu outras enchentes, mas não nestas proporções.
Aquelas cidades precisam se reconstruir. A presidente Dilma já externou a sua vontade política de socorrer aquela gente que está mergulhada na mais desgraçada das misérias. O governador Sérgio Cabral, por seu lado, também vai adotar plano de salvação daquelas tão belas cidades serranas do Estado do Rio de Janeiro, restando-lhe, como cristão, decretar a suspensão do Carnaval, que, este ano, acontece em 8 (oito) de março. Os cariocas, principalmente, e os brasileiros de um modo geral, têm que prestar solidariedade ao povo fluminense neste momento de angústia, esquecendo, este ano, as “loucuras” do Reinado de Momo.
Paulo de Góes Andrade - jAN/2011
O Estado do Rio de Janeiro está de luto. A tragédia por que está passando, deveria ficar de luto, pelo menos, por um ano. E o governador Sérgio Cabral, se agir dentro dos preceitos cristãos, com urbanidade, considerando a miséria, a dor e a infelicidade de tantas pessoas de Nova Friburgo, Teresópolis, Petrópolis, Itaipava e adjacências, deveria decretar a não realização do Carnaval da Marquês de Sapucaí, solicitando às Escolas de Samba a doarem os seus gastos (inúteis) às vítimas desta catástrofe, nunca acontecida desse tamanho, naquelas cidades serranas do Rio.
Atualmente, a meu ver, o Carnaval transformou-se numa alegria exacerbada, numa euforia fora dos limites, envolvendo a orgia, a luxúria, com mulheres seminuas, insinuantes, ao som de batuques estridentes, levantando a multidão, quase em descontrole emocional, como tomada pelo “ópio” da sensualidade. Isso é o Carnaval dos nossos tempos, tão diferente daqueles dos anos 30, 40 e 50, quando Arlequim, Pierrot e colombinas faziam a graça e a alegria dos carnavais daquelas épocas. E é nessa festa, de agora, numa demonstração de poderio e riqueza das conhecidas Escolas de Samba, que o carioca, mais uma vez, vai se exibir no Sambódromo da Marquês de Sapucaí, alheio (será, meu Deus?) à morte de quase 600 pessoas, enlutando outra cifra bem maior de familiares, nessa catástrofe sem precedentes naquela região, que, em anos passados, já sofreu outras enchentes, mas não nestas proporções.
Aquelas cidades precisam se reconstruir. A presidente Dilma já externou a sua vontade política de socorrer aquela gente que está mergulhada na mais desgraçada das misérias. O governador Sérgio Cabral, por seu lado, também vai adotar plano de salvação daquelas tão belas cidades serranas do Estado do Rio de Janeiro, restando-lhe, como cristão, decretar a suspensão do Carnaval, que, este ano, acontece em 8 (oito) de março. Os cariocas, principalmente, e os brasileiros de um modo geral, têm que prestar solidariedade ao povo fluminense neste momento de angústia, esquecendo, este ano, as “loucuras” do Reinado de Momo.
Paulo de Góes Andrade - jAN/2011
sábado, 18 de dezembro de 2010
USURPADORES
“O Senado aprovou nesta quarta-feira (15.12.2010) a equiparação salarial para parlamentares, ministros de Estado e para o presidente e o vice-presidente da República. Todos passarão a ganhar R$ 26,7 mil a partir de fevereiro do ano que vem.”
A maracutaia, ou melhor, o golpe dos congressistas, debochando de nós, povão, eleitores desses inconseqüentes, insensíveis, despudorados, a quem acrescento usurpadores dos cofres da União, funcionou outra vez. Eles, agora, vão rechear os seus bolsos com o “mísero” salário da quantia acima: R$26.700,00 (vinte e seis mil e setecentos reais). Uma “ninharia” para quem se “esforça tanto” pelas soluções dos problemas da Saúde, da Educação, da Segurança. E da malversação da coisa pública. Eles “merecem” porque “trabalham” demais; suam a camisa como um trabalhador braçal. Que pena tenho deles...! Atente-se que, em cima dos seus “parcos” vencimentos, ainda abocanharão verbas de gabinete para seus assessores (geralmente é adotado o nepotismo), passagens de avião e, até, postagens gratuitas para as suas correspondências oficiais e particulares, claro. Existe até, pasmem, uma cota para uso de combustível (gasolina ou álcool) para rodarem nos carrões, que servem também para conduzir as suas madames às compras e filhos aos colégios. São uns verdadeiros nababos sustentados pelos impostos que o Governo arranca de nós, eleitores idiotas que enfrentamos filas para depositar nas urnas os nomes desses “piratas” de colarinho branco. É uma vergonha, enquanto outras classes, por exemplo, dos professores, dos policiais, dos médicos e enfermeiros de hospitais, dos bancários e outros, vivem de ninharias, endividados, muitos, pelos juros de cheques especiais, para grandeza dos banqueiros.
Esses privilegiados, principalmente os senhores congressistas, pelo menos, deveriam ter vergonha na cara e cumprir integralmente o tempo de trabalho que lhes compete na Câmara e no Senado Federal. A maioria chega a Brasília, vindo das suas bases políticas, nos seus Estados, às terças-feiras e debandam nas quintas-feiras, exaustos, coitadinhos, de tanto “batalharem” no plenário do Congresso, pelo bem do povo e felicidade geral da Nação, entre bate-papos e pausas para cafezinhos. Ali, não está lhes interessando o modus vivendi do trabalhador brasileiro que acorda de madrugada para, com um simples café-da-manhã, pegar um ônibus ou metrô lotados para chegar ao serviço. E, muitas vezes, sem deixar em casa um centavo sequer para a alimentação da família. O salário-mínimo de R$510,00, eles, deputados e senadores, devem achar que supre muito bem, perfeitamente as necessidades desses assalariados, enquadrados na classe “c”. A classe média, por sua vez, é a que mais sofre face aos juros escorchantes ditados pelo Banco Central (os mais altos do mundo), favorecendo os ilustres senhores banqueiros. Estamos, assim também, alheios à sensibilidade dos nossos “ilustres” parlamentares, que não estão nem aí pelo sacrifício por que passam o funcionário público, o bancário e o comerciário para se manterem num digno padrão de vida.
To be, or not to be, that is the question, disse Shakespeare. E eu digo também: votar, ou não votar, esta é a questão. Então, melhor seria mesmo não eleger mais esses usurpadores do Tesouro Nacional.
(Paulo de Góes Andrade)
“O Senado aprovou nesta quarta-feira (15.12.2010) a equiparação salarial para parlamentares, ministros de Estado e para o presidente e o vice-presidente da República. Todos passarão a ganhar R$ 26,7 mil a partir de fevereiro do ano que vem.”
A maracutaia, ou melhor, o golpe dos congressistas, debochando de nós, povão, eleitores desses inconseqüentes, insensíveis, despudorados, a quem acrescento usurpadores dos cofres da União, funcionou outra vez. Eles, agora, vão rechear os seus bolsos com o “mísero” salário da quantia acima: R$26.700,00 (vinte e seis mil e setecentos reais). Uma “ninharia” para quem se “esforça tanto” pelas soluções dos problemas da Saúde, da Educação, da Segurança. E da malversação da coisa pública. Eles “merecem” porque “trabalham” demais; suam a camisa como um trabalhador braçal. Que pena tenho deles...! Atente-se que, em cima dos seus “parcos” vencimentos, ainda abocanharão verbas de gabinete para seus assessores (geralmente é adotado o nepotismo), passagens de avião e, até, postagens gratuitas para as suas correspondências oficiais e particulares, claro. Existe até, pasmem, uma cota para uso de combustível (gasolina ou álcool) para rodarem nos carrões, que servem também para conduzir as suas madames às compras e filhos aos colégios. São uns verdadeiros nababos sustentados pelos impostos que o Governo arranca de nós, eleitores idiotas que enfrentamos filas para depositar nas urnas os nomes desses “piratas” de colarinho branco. É uma vergonha, enquanto outras classes, por exemplo, dos professores, dos policiais, dos médicos e enfermeiros de hospitais, dos bancários e outros, vivem de ninharias, endividados, muitos, pelos juros de cheques especiais, para grandeza dos banqueiros.
Esses privilegiados, principalmente os senhores congressistas, pelo menos, deveriam ter vergonha na cara e cumprir integralmente o tempo de trabalho que lhes compete na Câmara e no Senado Federal. A maioria chega a Brasília, vindo das suas bases políticas, nos seus Estados, às terças-feiras e debandam nas quintas-feiras, exaustos, coitadinhos, de tanto “batalharem” no plenário do Congresso, pelo bem do povo e felicidade geral da Nação, entre bate-papos e pausas para cafezinhos. Ali, não está lhes interessando o modus vivendi do trabalhador brasileiro que acorda de madrugada para, com um simples café-da-manhã, pegar um ônibus ou metrô lotados para chegar ao serviço. E, muitas vezes, sem deixar em casa um centavo sequer para a alimentação da família. O salário-mínimo de R$510,00, eles, deputados e senadores, devem achar que supre muito bem, perfeitamente as necessidades desses assalariados, enquadrados na classe “c”. A classe média, por sua vez, é a que mais sofre face aos juros escorchantes ditados pelo Banco Central (os mais altos do mundo), favorecendo os ilustres senhores banqueiros. Estamos, assim também, alheios à sensibilidade dos nossos “ilustres” parlamentares, que não estão nem aí pelo sacrifício por que passam o funcionário público, o bancário e o comerciário para se manterem num digno padrão de vida.
To be, or not to be, that is the question, disse Shakespeare. E eu digo também: votar, ou não votar, esta é a questão. Então, melhor seria mesmo não eleger mais esses usurpadores do Tesouro Nacional.
(Paulo de Góes Andrade)
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Fim da "Guerra"
O FINAL DA “GUERRA”
No próximo 31 de outubro, a inescrupulosa “guerra” pelo poder chega ao fim. Há segundo turno em alguns Estados e, principalmente, esse para a Presidência da República, em que a Cadeira do Palácio do Planalto aguça, nesse final, o faro dos dois candidatos (Serra e Dilma) como das hienas famintas das savanas africanas, não querendo, nem um, nem outro, na competição, permitir que o adversário seja o dono da “vítima”, que é a nossa Pátria amada Brasil, mas desejando, sim, ela ou ele, banquetear-se, não da carne podre das presas das savanas da África, mas desse “bolo” gostoso, recheado de riquezas que é o nosso Brasil.
Prometem, com os seus sonhos mirabolantes, irrealizáveis, ou com as suas “mágicas” fantásticas, fazer, depois da posse em janeiro de 2011, um Brasil de “primeiro” mundo, o que Lula, quando candidato, também prometia (26 milhões de empregos etc); como Fernando Henrique também prometeu naquele seu slogan, mostrando os cinco dedos da mão direita, que representavam: saúde, educação, segurança e não sei mais o quê. E nada ou pouca coisa foi realizada. Lula ainda teve o desplante de afirmar alto e bom som que em 4 (quatro) anos não seria possível concluir as “metas” do seu governo. Nos conchavos políticos, já estabelecidos no período FHC, ficou por mais uma etapa. O “engolimos” por 8 (oito) anos. E quem lucrou com isso? Acho que basta dizer que foi ele e toda a camarilha do Partido dos “Trabalhadores”. Turismo ele soube fazer. É um campeão. Os banqueiros, por seu turno, deitaram e rolaram no governo petista com os juros escorchantes em cima, principalmente, da classe média, sem que o “cara” desse o menor pitaco no Banco Central, porque a campanha do fundador do PT foi, nas duas legislaturas (primeira e segunda eleição do Lula), em boa parte, financiada pelos bancos privados. Dizem os entendidos que os nossos juros não medem comparação com outros países. São os maiores do mundo financeiro.
O que esperar de Dilma ou Serra? A “ditadura” petista é bem possível que prossiga, conforme as pesquisas Ibope, Datafolha e outras. Aí, é quase certa a “socialização vermelha” com exemplos que vêm da Venezuela e, quem sabe, de Cuba. A candidata deve guardar muitas “mágoas” do seu tempo em que esteve na clandestinidade, prisioneira que foi em quartéis em São Paulo, lutando por um ideal que fracassou até na antiga União Soviética, que é o comunismo. Esse totalitarismo, que um dia desaparecerá da face da terra, ainda perdura na miséria do povo cubano, na Coréia do Norte e na China Continental, de um comunismo com falsetas capitalistas, por isso o seu progresso.
E, agora, no final da corrida à Presidência da República, estamos engolindo, nos comícios e nos horários políticos das rádios e das Tvs, as promessas mentirosas, tanto desse ou daquele candidato, mentiras essas que não “descem redondas”. E o povão, despolitizado, ainda se digladia nas ruas trocando impropérios, jogando pedra e bolinha de papel, na esperança que – agora – o Brasil vai ser outro, sem corrupção, sem conchavos, sem apadrinhamentos, sem nepotismo; um Brasil em que a ética prevalecerá em todos os sentidos. E como estou descrente de tudo, eu digo como o poeta Manoel Bandeira: Vou-me embora pra Passárgada Lá sou amigo do rei Lá tenho a mulher que eu quero Na cama que escolherei Vou-me embora pra Passárgada... Paulo Góes
No próximo 31 de outubro, a inescrupulosa “guerra” pelo poder chega ao fim. Há segundo turno em alguns Estados e, principalmente, esse para a Presidência da República, em que a Cadeira do Palácio do Planalto aguça, nesse final, o faro dos dois candidatos (Serra e Dilma) como das hienas famintas das savanas africanas, não querendo, nem um, nem outro, na competição, permitir que o adversário seja o dono da “vítima”, que é a nossa Pátria amada Brasil, mas desejando, sim, ela ou ele, banquetear-se, não da carne podre das presas das savanas da África, mas desse “bolo” gostoso, recheado de riquezas que é o nosso Brasil.
Prometem, com os seus sonhos mirabolantes, irrealizáveis, ou com as suas “mágicas” fantásticas, fazer, depois da posse em janeiro de 2011, um Brasil de “primeiro” mundo, o que Lula, quando candidato, também prometia (26 milhões de empregos etc); como Fernando Henrique também prometeu naquele seu slogan, mostrando os cinco dedos da mão direita, que representavam: saúde, educação, segurança e não sei mais o quê. E nada ou pouca coisa foi realizada. Lula ainda teve o desplante de afirmar alto e bom som que em 4 (quatro) anos não seria possível concluir as “metas” do seu governo. Nos conchavos políticos, já estabelecidos no período FHC, ficou por mais uma etapa. O “engolimos” por 8 (oito) anos. E quem lucrou com isso? Acho que basta dizer que foi ele e toda a camarilha do Partido dos “Trabalhadores”. Turismo ele soube fazer. É um campeão. Os banqueiros, por seu turno, deitaram e rolaram no governo petista com os juros escorchantes em cima, principalmente, da classe média, sem que o “cara” desse o menor pitaco no Banco Central, porque a campanha do fundador do PT foi, nas duas legislaturas (primeira e segunda eleição do Lula), em boa parte, financiada pelos bancos privados. Dizem os entendidos que os nossos juros não medem comparação com outros países. São os maiores do mundo financeiro.
O que esperar de Dilma ou Serra? A “ditadura” petista é bem possível que prossiga, conforme as pesquisas Ibope, Datafolha e outras. Aí, é quase certa a “socialização vermelha” com exemplos que vêm da Venezuela e, quem sabe, de Cuba. A candidata deve guardar muitas “mágoas” do seu tempo em que esteve na clandestinidade, prisioneira que foi em quartéis em São Paulo, lutando por um ideal que fracassou até na antiga União Soviética, que é o comunismo. Esse totalitarismo, que um dia desaparecerá da face da terra, ainda perdura na miséria do povo cubano, na Coréia do Norte e na China Continental, de um comunismo com falsetas capitalistas, por isso o seu progresso.
E, agora, no final da corrida à Presidência da República, estamos engolindo, nos comícios e nos horários políticos das rádios e das Tvs, as promessas mentirosas, tanto desse ou daquele candidato, mentiras essas que não “descem redondas”. E o povão, despolitizado, ainda se digladia nas ruas trocando impropérios, jogando pedra e bolinha de papel, na esperança que – agora – o Brasil vai ser outro, sem corrupção, sem conchavos, sem apadrinhamentos, sem nepotismo; um Brasil em que a ética prevalecerá em todos os sentidos. E como estou descrente de tudo, eu digo como o poeta Manoel Bandeira: Vou-me embora pra Passárgada Lá sou amigo do rei Lá tenho a mulher que eu quero Na cama que escolherei Vou-me embora pra Passárgada... Paulo Góes
terça-feira, 12 de outubro de 2010
Adultério e Fidelidade
ADULTÉRIO E FIDELIDADE
“Mas eu lhes digo: quem olhar para uma mulher e desejar possuí-la já cometeu adultério no seu coração.” (Mt 5.28)
O homem tornou-se impuro desde o dia em que foi expulso do Paraíso, embora tenha sido feito à imagem, à semelhança de Deus. Antes, porém, tudo o havia transformado na condição humana de ser perfeito, quase angelical, como queria o Criador. Mas, tudo estava escrito, tudo já estava determinado pelas leis divinas. Deus criou o homem, deu-lhe uma mulher, uma companheira, para não está ali solitário, ensimesmado, sem ninguém para trocar idéias. Contudo, a vida a dois se tornou muito insossa, sem graça nenhuma para um casal – perfeito fisicamente, como bem deviam mostrar os seus corpos despidos, convivendo nas paisagens cinematográficas do Éden, entre plantas de fruteiras e flores exuberantes, sem os prazeres que os seus corpos tocados reciprocamente poderiam oferecer.
Daí, então, prevaleceu a Suprema sabedoria, ditada dos Céus, determinando o chamado “pecado-original”. Adão, o nome que achou-se melhor para batizar o primeiro homem, cumpriu à risca o que lhe foi imposto: fez da virgem-companheira – mulher, aquela batizada, também, de Eva pelos princípios fundamentais da Bíblia e do Alcorão, que afirmam, pois, que Adão e Eva foram o primeiro homem e mulher criados por Deus.
Não se sabe, no entanto, é se o primeiro casal de humanos nunca se modificou moralmente, permanecendo íntegro em seus impulsos sexuais no dia-a-dia de convivência; se não (ele ou ela) olhou para outra ou para outro, com segundas intenções, mexendo com a sua libido, praticando, assim, o tão condenável adultério. Dizem as leis religiosas que basta olhar, e isso já significa pecado (Mateus: 5:28). Se eles (Adão e Eva) foram, na realidade, um exemplo de união para outros casais que lhes sucederam, paira no ar alguma dúvida, a meu ver, porque a imperfeição humana nasceu no erro cometido pelos primeiros viventes da terra, naquele momento da sua expulsão do Paraíso. O instinto sexual aguçou-se (por determinação de Deus, deve ter sido... E não de Satanás), principalmente no homem, naquele momento, tornando-o de natureza ativa em suas atitudes pecaminosas, persistentes na conquista e na posse da fêmea, que, se não correspondido pela sua legítima parceira, dá motivo suficiente para o macho extravasar o seu apetite sexual, imbuindo-se na prevaricação, o que, até hoje, não foi entendido pelas mulheres, de uma maneira geral.
Todos os homens são iguais; não valem nada! Não tem um que preste! São uns cretinos... e tantos e tantos impropérios (merecidos? Ou não?) vomitam as mulheres sobre os homens, sem se aperceberem, no entanto, que contribuem, geralmente, para esse estado de aborrecimentos que redundam, além de desacatos, em separações muitas vezes, sem se conscientizarem que elas, na grande totalidade, são as incentivadoras desses “erros” ou, quem sabe, “acertos” dos homens, deixando-os, na intimidade dos seus relacionamentos, a ver navios, com a velha e tão já batida história da já famosa dor-de-cabeça, ou do indigesto refrão hoje estou morta de cansada, os conhecidos e batidos pretextos para evitar o contato físico do companheiro na cama.
Se sexo é pecado, que culpa tem o homem se essa necessidade fisiológica, se essa função prazerosa foi arquitetada por Deus para unir, fisicamente, homem e mulher para a perpetuação da espécie humana? Ademais, trata-se – o sexo – de uma exigência orgânica, repito, como outras inerentes aos seres vivos (racionais e irracionais). E assim, o homem, por sua vez, bem como a mulher, ambos, pois, têm que proporcionar - um ao outro - momentos mágicos, tirando daquele instante em que se tocam intimamente a prova insofismável do amor que os fez marido e mulher. Deve haver, nesses minutos de colóquio amoroso, a entrega total e irrestrita de ambos. A vergonha, o escrúpulo, a timidez, tudo isso deve ficar do lado de fora do aposento do casal. Lá dentro tudo é sagrado. Ali é o santuário do amor que os uniu, onde tudo que se pratique, mesmo temperado de erotismo, não representa nada de pecaminoso, porque a sexualidade não foi uma invenção do homem, mas imposta pelas leis sagradas a todos os seres vivos da terra, e principalmente ao homem, porque esse pensa, raciocina, sabe o que é que está praticando, sabe o que deve fazer para alcançar o clímax daquele momento, que um bem enorme faz para a estabilidade matrimonial, para o bem-estar do casal.
Não obstante, a mulher, na sua maioria, mesmo neste estágio da vida, já em pleno decorrer do século XXI, em que as evoluções sociais já lhe permitem agir com liberdade em todos os sentidos, o que não era possível há algumas décadas atrás, ainda não entendeu que o homem é ativo sexualmente por natureza. Ela, a mulher, lamentavelmente, ainda não se deu conta que as desavenças entre os casais se baseiam nela mesma, porque não procura compreender as diferenças femininas das masculinas. Não avalia o sexo com seu marido como uma questão primordial para o cumprimento das promessas emitidas, quando do dia tão esperado, quando se uniu, pelo matrimônio, àquele em quem confiaria até que a morte os separasse; não raciocina que o sexo é um jogo, cujas cartas embaralhadas, de início, não vão ensejar a derrota de um dos parceiros, mas sim vitória, para sempre, para ambas as partes. Essa “competição” deve ser divertida, deixando a imaginação solta, com maneiras de toques excitantes; e sempre mudando, seria recomendável, a rotina, fazendo do sexo uma deliciosa manifestação de amor, um instante sublime, evitando - com sabedoria (se houvesse) - que o homem buscasse os prazeres da carne em aventuras (ou desventuras) extraconjugais.
Sem a Internet, tempos atrás, muitos homens, a não ser aqueles, que são poucos, aprisionados pelos dogmas das religiões, contidos em seus anseios sexuais por aquelas que as leis civis proclamaram e os uniram como marido e mulher, arriscavam dar vazão aos anseios da carne na vileza dos prostíbulos, ou com as damas-da-noite, essas vendedoras de sexo das esquinas sombrias das noites das cidades.
E, com o advento, nesses poucos tempos, da Internet, em 1995 dava os primeiros passos no Brasil, o computador tornou-se um aliado fiel do homem, principalmente. A mulher, casada, em número menor ao do homem, utiliza desse recurso para aliviar as suas carências amorosas porque se considera dona, melhor, proprietária do marido, a quem pode se dispor quando lhe der na veneta, se para o sexo estiver disposta. É aí, então, que o amigo computador vem em socorro do esposo necessitado; é o salvador-da-pátria nessa guerra em que o primeiro tiro sempre foi disparado pela mulher. E o homem, que não quer briga, quer amor, se protege na trincheira da infidelidade, buscando a paz, que não achou em casa, nos meandros da Internet, que oferece um campo atraente e vasto para as aventuras fora do casamento, tornando-se – esse magnífico meio de comunicação – o desprezível vilão, afirmam as mulheres, dos desenlaces matrimoniais por aí afora, mas sem levarem em consideração a sua indiferença na intimidade de quatro paredes.
80% das mulheres ainda não raciocinaram que o sexo é o elo inquebrantável entre o homem e a mulher. Não foi inventado à toa pela Natureza, ou por Deus, se é dito nas Escrituras que Ele criou o primeiro ser vivente na terra. As delícias sexuais teriam que prevalecer, pois, do contrário, não haveria qualquer interesse do macho em se unir fisicamente à fêmea para que, daí, viesse a procriação, o recomendado “crescei e multiplicai”. A mulher não deveria ser uma máquina, um robô, em que ali se despejasse a “semente da vida”, e pronto. Não. Não foi assim que desejou Deus. É incontestável que teria que haver - na união dos corpos - algo sublime, esplendoroso que levasse o casal ao clímax daquele instante, ao gozo, enfim, ao orgasmo.
E o amor, nessas circunstâncias, sem as preliminares do ato sexual, vai-se esvaziando pouco a pouco, como água límpida, cristalina, que, se pudesse botar num vaso lindo, detalhado no mais puro cristal, mas que o tempo fez-lhe minúsculas, quase invisíveis fendas, por onde esse líquido do amor, que nutre os anos de vida a dois, vai escapando imperceptivelmente, deixando o resíduo, as impurezas do adultério, da infidelidade, principalmente do homem, do macho, que não encontrou na sua mulher, na sua parceira, na sua amante, na sua fêmea, a compreensão que o sexo é a base, o esteio de sustentação que faz do homem e da mulher aquilo que ficou determinado por Deus: Portanto deixará o homem a seu pai e a sua mãe, e unir-se-á à sua mulher, e serão os dois uma só carne”. (Gênesis 2:24).
Paulo de Góes Andrade
“Mas eu lhes digo: quem olhar para uma mulher e desejar possuí-la já cometeu adultério no seu coração.” (Mt 5.28)
O homem tornou-se impuro desde o dia em que foi expulso do Paraíso, embora tenha sido feito à imagem, à semelhança de Deus. Antes, porém, tudo o havia transformado na condição humana de ser perfeito, quase angelical, como queria o Criador. Mas, tudo estava escrito, tudo já estava determinado pelas leis divinas. Deus criou o homem, deu-lhe uma mulher, uma companheira, para não está ali solitário, ensimesmado, sem ninguém para trocar idéias. Contudo, a vida a dois se tornou muito insossa, sem graça nenhuma para um casal – perfeito fisicamente, como bem deviam mostrar os seus corpos despidos, convivendo nas paisagens cinematográficas do Éden, entre plantas de fruteiras e flores exuberantes, sem os prazeres que os seus corpos tocados reciprocamente poderiam oferecer.
Daí, então, prevaleceu a Suprema sabedoria, ditada dos Céus, determinando o chamado “pecado-original”. Adão, o nome que achou-se melhor para batizar o primeiro homem, cumpriu à risca o que lhe foi imposto: fez da virgem-companheira – mulher, aquela batizada, também, de Eva pelos princípios fundamentais da Bíblia e do Alcorão, que afirmam, pois, que Adão e Eva foram o primeiro homem e mulher criados por Deus.
Não se sabe, no entanto, é se o primeiro casal de humanos nunca se modificou moralmente, permanecendo íntegro em seus impulsos sexuais no dia-a-dia de convivência; se não (ele ou ela) olhou para outra ou para outro, com segundas intenções, mexendo com a sua libido, praticando, assim, o tão condenável adultério. Dizem as leis religiosas que basta olhar, e isso já significa pecado (Mateus: 5:28). Se eles (Adão e Eva) foram, na realidade, um exemplo de união para outros casais que lhes sucederam, paira no ar alguma dúvida, a meu ver, porque a imperfeição humana nasceu no erro cometido pelos primeiros viventes da terra, naquele momento da sua expulsão do Paraíso. O instinto sexual aguçou-se (por determinação de Deus, deve ter sido... E não de Satanás), principalmente no homem, naquele momento, tornando-o de natureza ativa em suas atitudes pecaminosas, persistentes na conquista e na posse da fêmea, que, se não correspondido pela sua legítima parceira, dá motivo suficiente para o macho extravasar o seu apetite sexual, imbuindo-se na prevaricação, o que, até hoje, não foi entendido pelas mulheres, de uma maneira geral.
Todos os homens são iguais; não valem nada! Não tem um que preste! São uns cretinos... e tantos e tantos impropérios (merecidos? Ou não?) vomitam as mulheres sobre os homens, sem se aperceberem, no entanto, que contribuem, geralmente, para esse estado de aborrecimentos que redundam, além de desacatos, em separações muitas vezes, sem se conscientizarem que elas, na grande totalidade, são as incentivadoras desses “erros” ou, quem sabe, “acertos” dos homens, deixando-os, na intimidade dos seus relacionamentos, a ver navios, com a velha e tão já batida história da já famosa dor-de-cabeça, ou do indigesto refrão hoje estou morta de cansada, os conhecidos e batidos pretextos para evitar o contato físico do companheiro na cama.
Se sexo é pecado, que culpa tem o homem se essa necessidade fisiológica, se essa função prazerosa foi arquitetada por Deus para unir, fisicamente, homem e mulher para a perpetuação da espécie humana? Ademais, trata-se – o sexo – de uma exigência orgânica, repito, como outras inerentes aos seres vivos (racionais e irracionais). E assim, o homem, por sua vez, bem como a mulher, ambos, pois, têm que proporcionar - um ao outro - momentos mágicos, tirando daquele instante em que se tocam intimamente a prova insofismável do amor que os fez marido e mulher. Deve haver, nesses minutos de colóquio amoroso, a entrega total e irrestrita de ambos. A vergonha, o escrúpulo, a timidez, tudo isso deve ficar do lado de fora do aposento do casal. Lá dentro tudo é sagrado. Ali é o santuário do amor que os uniu, onde tudo que se pratique, mesmo temperado de erotismo, não representa nada de pecaminoso, porque a sexualidade não foi uma invenção do homem, mas imposta pelas leis sagradas a todos os seres vivos da terra, e principalmente ao homem, porque esse pensa, raciocina, sabe o que é que está praticando, sabe o que deve fazer para alcançar o clímax daquele momento, que um bem enorme faz para a estabilidade matrimonial, para o bem-estar do casal.
Não obstante, a mulher, na sua maioria, mesmo neste estágio da vida, já em pleno decorrer do século XXI, em que as evoluções sociais já lhe permitem agir com liberdade em todos os sentidos, o que não era possível há algumas décadas atrás, ainda não entendeu que o homem é ativo sexualmente por natureza. Ela, a mulher, lamentavelmente, ainda não se deu conta que as desavenças entre os casais se baseiam nela mesma, porque não procura compreender as diferenças femininas das masculinas. Não avalia o sexo com seu marido como uma questão primordial para o cumprimento das promessas emitidas, quando do dia tão esperado, quando se uniu, pelo matrimônio, àquele em quem confiaria até que a morte os separasse; não raciocina que o sexo é um jogo, cujas cartas embaralhadas, de início, não vão ensejar a derrota de um dos parceiros, mas sim vitória, para sempre, para ambas as partes. Essa “competição” deve ser divertida, deixando a imaginação solta, com maneiras de toques excitantes; e sempre mudando, seria recomendável, a rotina, fazendo do sexo uma deliciosa manifestação de amor, um instante sublime, evitando - com sabedoria (se houvesse) - que o homem buscasse os prazeres da carne em aventuras (ou desventuras) extraconjugais.
Sem a Internet, tempos atrás, muitos homens, a não ser aqueles, que são poucos, aprisionados pelos dogmas das religiões, contidos em seus anseios sexuais por aquelas que as leis civis proclamaram e os uniram como marido e mulher, arriscavam dar vazão aos anseios da carne na vileza dos prostíbulos, ou com as damas-da-noite, essas vendedoras de sexo das esquinas sombrias das noites das cidades.
E, com o advento, nesses poucos tempos, da Internet, em 1995 dava os primeiros passos no Brasil, o computador tornou-se um aliado fiel do homem, principalmente. A mulher, casada, em número menor ao do homem, utiliza desse recurso para aliviar as suas carências amorosas porque se considera dona, melhor, proprietária do marido, a quem pode se dispor quando lhe der na veneta, se para o sexo estiver disposta. É aí, então, que o amigo computador vem em socorro do esposo necessitado; é o salvador-da-pátria nessa guerra em que o primeiro tiro sempre foi disparado pela mulher. E o homem, que não quer briga, quer amor, se protege na trincheira da infidelidade, buscando a paz, que não achou em casa, nos meandros da Internet, que oferece um campo atraente e vasto para as aventuras fora do casamento, tornando-se – esse magnífico meio de comunicação – o desprezível vilão, afirmam as mulheres, dos desenlaces matrimoniais por aí afora, mas sem levarem em consideração a sua indiferença na intimidade de quatro paredes.
80% das mulheres ainda não raciocinaram que o sexo é o elo inquebrantável entre o homem e a mulher. Não foi inventado à toa pela Natureza, ou por Deus, se é dito nas Escrituras que Ele criou o primeiro ser vivente na terra. As delícias sexuais teriam que prevalecer, pois, do contrário, não haveria qualquer interesse do macho em se unir fisicamente à fêmea para que, daí, viesse a procriação, o recomendado “crescei e multiplicai”. A mulher não deveria ser uma máquina, um robô, em que ali se despejasse a “semente da vida”, e pronto. Não. Não foi assim que desejou Deus. É incontestável que teria que haver - na união dos corpos - algo sublime, esplendoroso que levasse o casal ao clímax daquele instante, ao gozo, enfim, ao orgasmo.
E o amor, nessas circunstâncias, sem as preliminares do ato sexual, vai-se esvaziando pouco a pouco, como água límpida, cristalina, que, se pudesse botar num vaso lindo, detalhado no mais puro cristal, mas que o tempo fez-lhe minúsculas, quase invisíveis fendas, por onde esse líquido do amor, que nutre os anos de vida a dois, vai escapando imperceptivelmente, deixando o resíduo, as impurezas do adultério, da infidelidade, principalmente do homem, do macho, que não encontrou na sua mulher, na sua parceira, na sua amante, na sua fêmea, a compreensão que o sexo é a base, o esteio de sustentação que faz do homem e da mulher aquilo que ficou determinado por Deus: Portanto deixará o homem a seu pai e a sua mãe, e unir-se-á à sua mulher, e serão os dois uma só carne”. (Gênesis 2:24).
Paulo de Góes Andrade
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